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Arquivos mensais: Maio 2010

A volta dos Dragões


O que ninguém sabia é que tinha sobrado um ninho de dragões com ovos.

Quando uns amigos foram visitar as Furnas, encontraram algo estranho. Levaram o achado para dentro da casa do Sr Manuel, que era o veterinário.

– Oh! Que maravilha… ovos de dragões. Nunca tinha visto nada igual. – disse o veterinário. – Os meus livros não mostram muita informação sobre esta espécie, mas sei que são vegetarianos. Em tempos muito antigos havia muitos desta espécie mas o Homem começou a caçá-los para fazer vestuário. – explicou o Sr Manuel. – Agora, só sobraram 6 ovos. Em São Miguel estão aqui 2, um casal, os outros estão espalhados pelo mundo.

– Oh! olha, estão a nascer!

CRR… Crrar

– São tão fofos!

….

Os dois dragões cresceram, desenvolveram-se e passados dois anos e duas luas nasceram crias.

Todos descobriram que os dragões eram muito úteis. Serviam para proteger a aldeia dos ladrões e outros bandidos. Estes em vez de comerem as vacas, protegiam-nas.

A Natureza é espantosa!

Alma, Bárbara, Beatriz e Rita, turma 2, 4º ano
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Publicado por em 14 de Maio de 2010 em Trabalhos dos alunos

 

Retrato de Miguel Horta


Retrato realizado por Stella Danielson e Fragoso, aluna do 4º ano, turma 2

 
 

Quem foi Gonçalo Velho Cabral ?


Há ainda uma pesquisa sobre Gonçalo Velho Cabral para conhecer quem foi ele na realidade.

Foi um cavaleiro da ordem de Cristo do século XV. Explorador e colonizador do Atlântico, foi um dos primeiros descobridores das ilhas dos Açores. Colaborador próximo do Infante D. Henrique na empresa dos descobrimentos, fez viagens ao longo da costa africana e combateu no Magrebe. Durante muito tempo supôs-se que teria sido o autor da descoberta de algumas ilhas dos Açores, mas esta tese é actualmente contestada. Foi, de qualquer forma, o responsável pelo povoamento inicial de Santa Maria e São Miguel, ilhas de que foi o primeiro Capitão-donatário, levando para estas ilhas famílias e gado.

Andreia Coelho, 5º C

 
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Publicado por em 14 de Maio de 2010 em quem é?, Trabalhos dos alunos

 

"Dragões das Furnas" – outro final 4


Gonçalo Velho Cabral tinha de ter uma ideia para tirar os dragões daquela ilha, uma vez que os habitantes estavam muito assustados. A primeira ideia que lhe veio à cabeça foi matá-los, mas como é que haveria de o fazer? Eles eram demasiado grandes e fortes. Então, depois de muito pensar, teve uma ideia que lhe pareceu brilhante.

Chamou a população e disse-lhes que não havia nada nem ninguém que fosse completamente mau e teriam de descobrir quais as qualidades daqueles seres.

A população partiu então à descoberta aproximando-se e observando aqueles monstros que lhes pareciam ser tão maléficos. Descobriram que o fogo que lhes saía da boca enorme eram parecido com o fogo dos canhões. Logo poderia ser utilizado para se defenderem. Aquele corpo enorme que tanto os assustava nada tinha de agressivo e até lhes seria útil para puxar os barcos que fossem afundados pelas marés.A população, depois de conviver algum tempo com os dragões, apercebeu-se de que eram animais dóceis. Foram ter com Gonçalo Velho Cabral e disseram-lhe:

– Os nossos olhos enganaram-nos mas o nosso coração descobriu qualidades naqueles seres que nunca imaginávamos. Os dragões pertencem à nossa ilha e ao nosso mundo, por isso não há nada nem ninguém que os possa tirar daqui.

Ana Assis, 5º C

 

"Dragões das Furnas" – outro final 3

Gonçalo Velho Cabral teve uma brilhante ideia. Chamou todos e disse:

– Os dragões estão habituados a temperaturas muito altas, mas a temperaturas baixas não!

Os outros perceberam logo o que ele queria explicar, por isso começaram a construir máquinas. Uma era muito grande e deitava blocos de gelo. Outra era mais pequena e deitava água gelada que congelava imediatamente em contacto com pele de dragão.

Com as suas máquinas juntaram-se uns dias depois para aplicar o plano. Quando os dragões estavam distraídos começou a guerra e depois de algum tempo os dragões ficaram congelados.

Depois fizeram uma festa. Gonçalo Velho Cabral ficou muito feliz.

Sophia Hötzel, 5º C
 

"Dragões das Furnas" – outro final 2





Era preciso destruir os dragões das furnas porque eles estavam a causar muitos estragos aos açorianos, principalmente aos da Ilha Terceira. Houve então um açoriano que ajudou Gonçalo Velho Cabral a destruir aqueles diabretes.

Havia um senhor velho que era feiticeiro e Gonçalo foi ter com ele para que inventasse uma poção muito poderosa para destruir dragões. Passados dois dias Gonçalo estava no alto das Furnas com intenção de lhes dar comida, comida envenenada. É que estes dragões gostavam mesmo muito da comida da Ilha Terceira. Então Gonçalo dispõe a comida perto dos dragões e eles, num gesto rápido, comem-na sem saberem que estava envenenada. Os dragões ficaram doentes logo depois e a desfalecerem a pouco e pouco.

Gonçalo Velho Cabral ficou declarado como o “herói das furnas”.

Mariana, 5º C

 

"Dragões das Furnas" – outro final 1

Gonçalo Velho Cabral teve uma brilhante ideia: construir baldes gigantes de madeira e ir buscar água do mar para atirar em cima dos dragões.

Assim que disse aos seus soldados, eles concordaram logo. O plano era atirar a água do mar em cima dos dragões para eles morrerem de frio

Depois de algum tempo os baldes ficaram prontos e, no dia a seguir, foram buscar a água do mar em grandes baldes. Atiraram a água para cima dos dragões e estes morreram de frio.

Fizeram uma festa muito grande com muita comida!

Raphael Hötzel, 5º C